quinta-feira, 31 de maio de 2012

Baseando-se num sapo...

Acompanhem o raciocínio e verão que de tudo tira-se uma lição.

O sapo quando colocado em um recipiente com a água do lago, fica estático quando começamos a elevar a temperatura da água, assim permanece até que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento e morre quando a água ferve.

Somos assim, semelhantes ao sapo quando:

Deixamos os problemas tomarem o rumo de nossa vida. Com isso, perdemos o foco e nos deixamos abater. O sofrimento, seja ele, emocional ou físico, nos deixa imóveis, parados no tempo quando não vemos motivos para viver, ou então quando nos sentimos acomodados. Nada nem ninguém consegui nos impulsionar a um caminho alternativo. No fim, quando decidimos reagir é tarde de mais, a realidade já esta "fervendo" a um alto grau e nos sufoca para sempre.

Porém, quando colocamos o sapo em uma água já fervendo ele salta para fora do recipiente.

Essa se torna uma segunda situação que, se comparada a nossa realidade, pode ser relacionada a nossa capacidade de lutar somente pelo que nos convém.
Como exemplo: Se nos sentimos prejudicados, imediatamente procuramos algum recurso, porém se algo prejudicasse outras pessoas, permaneceria-mos imóveis como sempre. Isso pode ser recíproco quando formos precisar de uma ajuda, esta poderá ser negada devido ao egoísmo.

Enfim, não somos sapos. Por isso, temos a capacidade de pensar e analisar uma boa forma de melhorar nossa própria vida e se possível ajudar o próximo. Não precisamos ficar presos em um recipiente de desilusões e mediocridade. Olhe e repare se sua realidade esta fervendo gradualmente, pois temos a capacidade de reverter várias situações e nunca deixar-se enganar com a gradual fervura (mudança) da realidade.

Seria bom estar sozinho! Porém...


H
oje só me sinto livre, em minha mente. Converso entre meus pensamento. Com isso, percebo, as vezes seria bom estar sempre sozinho.

Estando só, eu não veria o mundo caminhar para seu fim.
Estaria livre de ver o homem acabar com os seus.
Não sofreria tanto com meus sentimentos.

Que convivência é essa? Sem sentido!

Nascemos e ao decorrer de nossas vidas as pessoas passam, as amadas e mais importantes ficam.

No final, por algum motivo, que não sei o qual, elas são tiradas de nossos braços. Ninguém pergunta se estamos prontos para vê-las partir.

Um dia estamos sorrindo, mas basta alguns segundos e uma tristeza imensa invade nosso ser e não temos mais motivos para continuar.

Dizem que só você pode superar um sofrimento. Só você pode escrever sua história, cabe a você cumprir o seu propósito de vida. Então pergunto: - Porque temos que compartilhar tudo com os outros? Sendo assim, volto a dizer: Seria bom estar sozinho.

Estando só, eu me livraria de "quase todos" os meus problemas. Eu não sofreria com as rejeições, com a competitividade existente em tudo. Seria único e com isso não iria me comparar inferior a ninguém. Não existiria doenças emocionais.

Eu estaria ali para mim, sem me apegar.

Porém, entre os meus próprios pensamentos também percebo.

Sozinho eu não teria motivo e para quem sorrir. Não teria a satisfação em ser amado.

De nada valeria meus esforços. Todo o que eu construísse não teria utilidade.

Enfim, vivo alternando minha vida entre a realidade e minha mente.

A realidade é o caminho a seguir, que pode, às vezes machucar, porém, tenho que seguir. E a mente um caminho alternativo que uso para saber lidar com o sofrimento, onde, ali espero as feridas cicatrizar e perceber os meus motivos para continuar, vivendo entre os outros.

Fantasmas.

"Anda um triste fantasma atrás de mim
Segue-me os passos sempre! Aonde eu for,
Lá vai comigo…E é sempre, sempre assim
Como um fiel cão seguindo o seu Senhor!"



Sempre vejo fantasmas pelas esquinas, enquanto vejo algum filme, ao ouvir certas músicas, quando encontro pessoas...
Sei que estes fantamas não me abandonarão nem tão cedo, mas já não faz diferença, eles não me assustam mais.
Não há como ignorar que tais fantasmas estão intrinsecos em meu modo de vida, todas as situações pelas quais passamos na vida, nos deixam características, nos deixam hábitos que adquirimos com a convivência.
Lembranças são fantasmas, hábitos são fantasmas, mágoas são fantasmas que me assombram em vão, pois não mais me assustam, hoje convivo com eles e aceito que fazem parte de mim.

Calculo Diferencial

infinito é algo que sabemos que é grande, mas que não há como mensurar, não há como medir.
Os sentimentos quando sentimos que é grande, não há como mensurar, não há como medir.
Infinito é o que existe, enquanto existe.
Sentimentos são infinitos?! Enquanto existirem.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O Dia das Mães:A Hístoria

É,O MARAVILHOSO DIA DAS MÃES.
SEMPRE UMA SURPRESA NOS ESPERA,OS FILHOS TAMBÉM,MAS O ASSUNTO AGORA É OUTRO.
VAMOS FALAR DE UMA COISA QUE TODO MUNDO FICA COM DUVIA,ACHO UE VOCÊ JÁ SABE ATÉ O QUE É:O DAR PRA SUA MÃE!
TIRE SUAS DÚVIDAS COMIGO ATÉ DOMINGO
BEIJOKASSSSSSSSSS
NA GALERINHA SENTADINHA NA CADEIRA LENDO O TEXTO <3

Blá,blá,blá...

Falaí,vou começar um novo post:o post dos artistas/cantores sumidos